Em julho, as pesquisadoras Mariana Celano de Souza Amaral e Giane Silvestre, do Laut, participaram do 22º Congresso Brasileiro de Sociologia, realizado na USP, em São Paulo.
Na ocasião, elas apresentaram resultados preliminares de uma pesquisa que mostra como a falta de defensores públicos compromete o acesso à justiça no estado. Com menos de mil profissionais, a Defensoria Pública não consegue atender a todas as comarcas, o que obriga a atuação de advogados remunerados por meio de convênio com a OAB-SP, os chamados advogados dativos.
Segundo o estudo, que será publicado em breve, os dativos têm trabalhado com menos estrutura e apoio, o que gera desigualdades no acesso à Justiça no estado de São Paulo.